Quando adquirimos um produto, de maneira geral o que estamos comprando é sua marca. Junto com o produto em si, levamos para casa (se for um produto de consumo) ou para nossa empresa (caso seja matéria prima ou um bem de produção) a identidade e proposta que ele carrega, a qual envolve desde as suas características físicas até o posicionamento de mercado e filosofia de trabalho de quem o fornece.

Com frequência, quem vende não se dá conta de todos os elementos que são percebidos pelo consumidor ao visualizar a marca do produto que ele comprou. Além das informações intencionalmente associadas por meio de ações de marketing, como composição, qualidade, benefícios, status, etc., há outras que igualmente se associam, e não são notadas no momento de sua ocorrência.

Para exemplificar:

“Que imagem irá gerar no mercado, um veículo que tenha o logotipo da empresa plotado e atrapalhe o trânsito para fazer uma entrega ou uma visita a clientes?  E caso se trate de uma manobra imprudente? O que vai ficar registrado na mente de quem presenciar o ocorrido será a marca da empresa ou o motorista?

Infelizmente presenciamos diariamente profissionais falando mal do concorrente ao invés de exaltar as vantagens do produto que vendem causam o posicionamento negativo da marca.

Em outra situação, imagine um funcionário utilizando o uniforme e marca da empresa ou produto, e ao realizar um atendimento se posiciona profissionalmente e supera a expectativa do cliente. Causará o mesmo efeito ao associar a marca e imagem dos exemplos anteriores?

Quando se define a identidade que será atribuída a uma marca, as atitudes da empresa e de seus representantes precisam ser levadas em conta. A empresa deve assumir verdadeiramente a postura que deseja transmitir, e torná-la sempre presente para todos os envolvidos com a marca, inclusive aqueles que não são seus funcionários diretos. Somente demonstrar essa postura em peças de publicidade vai transparecer muito falso se as atitudes diárias não forem coerentes com o posicionamento de marca divulgada, ou seja, atualmente não adianta “ter” uma excelente campanha de marketing é preciso “ser” a proposta oferecida.

Incluir a filosofia e conceito de trabalho e os reais objetivos da empresa e da sua marca no dia a dia de seus integrantes faz parte do processo de Branding Comportamental.

SEJA SUA MARCA, e obtenha sucesso!

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